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Vida, liberdade e a busca pela felicidade

Artigo original do site latterdayconservative.com Tradução e adaptação Luiz Carlos Jr


Deus é a fonte de toda luz, verdade e inteligência. Ele é também a fonte dos direitos do homem.

“Consideramos essas verdades autoevidentes, que todos os homens são criados iguais, que são dotados por seu Criador de certos direitos inalienáveis, que entre eles estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade.” (A declaração de independência dos Estados Unidos da América)

A Declaração de Independência Americana afirmou que Deus nos deu certos direitos fundamentais. São direitos que não devem ser violados por ninguém, nem mesmo pelo governo. Podemos perder alguns desses direitos e enfrentar certas consequências se decidirmos infringir os direitos de outras pessoas.


O grande Thomas Jefferson perguntou:

“As liberdades de uma nação podem ser consideradas seguras quando removemos sua única base firme, uma convicção nas mentes das pessoas de que essas liberdades são um dom de Deus? Que eles não devem ser violados, mas com sua ira? (Obras 8:404; PPNS, p.141)
Começando pela base da pirâmide, consideremos primeiro a origem dessas liberdades que conhecemos como direitos humanos. Existem apenas duas fontes possíveis. Os direitos são dados por Deus como parte do Plano Divino ou são concedidos pelo governo como parte do plano político. A razão, a necessidade, a tradição e as convicções religiosas levam-me a aceitar a origem divina destes direitos. Se aceitarmos a premissa de que os direitos humanos são concedidos pelo governo, devemos estar dispostos a aceitar o corolário de que eles podem ser negados pelo governo. Eu, por exemplo, nunca aceitarei essa premissa. Como o economista político francês Frederick Bastiat expressou de forma tão sucinta: “A vida, a liberdade e a propriedade não existem porque os homens fizeram as leis. Pelo contrário, foi o fato de que a vida, a liberdade, e a propriedade existia de antemão que levou os homens a fazer leis em primeiro lugar. (A Lei, p.6) (Ezra Taft Benson, O Papel Adequado do Governo )

Considere também a seguinte declaração de David O. McKay:

“Se o homem deve ser recompensado pela retidão e punido pelo mal, então a justiça comum exige que ele receba o poder de ação independente. (…) Se ele fosse coagido a fazer o que é certo o tempo todo, ou fosse impotentemente seduzido a cometer pecado, ele não mereceria nem uma bênção para o primeiro nem punição para o segundo” (“Free Agency… A Divine Gift”, Improvement Era, maio de 1950 , 366).

O que é um Direito Fundamental?


Os Direitos Fundamentais são aqueles direitos que todas as pessoas podem reivindicar simultaneamente sem forçar alguém a atender às suas necessidades



Qual é a diferença entre Livre Arbítrio, Liberdade Individual e Liberdade Coletiva?


Vamos primeiro considerar as escrituras que usam esses três termos implicando significados separados:

Portanto, os homens são livres segundo a carne; e todas as coisas de que necessitam lhes são dadas. E são livres para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para escolherem o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo; pois ele procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele próprio. (2 Néfi 2:27)

Analise a afirmação “eles são livres para escolher a liberdade”. Você também pode querer ler os versículos ao redor desse capítulo para obter o contexto completo.


Dizem-nos que somos livres para escolher a liberdade ou o cativeiro. A escolha implica que temos arbítrio ou a capacidade de escolher entre Liberdade ou Escravidão. Somos livres para escolher o que significa que temos a capacidade de realizar a ação que decidirá o resultado. Neste caso, podemos escolher um caminho de Liberdade ou Cativeiro/Escravidão.


Livre arbítrio é a capacidade de escolher uma ação, enquanto Liberdade é a capacidade de realizar uma ação . Qual é a diferença? Aqui está um exemplo. Você tem a liberdade ou a capacidade de escolher visitar um site e pode fazer essa escolha mesmo se não tiver um computador ou conexão com a Internet. Você fez a escolha, apesar da ausência da capacidade de agir de acordo com essa escolha. É o acesso a um computador e conexão com a internet que lhe dará a independência, ou capacidade, de realmente visitar um site. O livre arbítrio é a capacidade de escolher uma ação, enquanto a liberdade é a capacidade de realmente fazer a ação.

A liberdade é dada como oposição ao cativeiro. A liberdade coletiva é muitas vezes confundida como tendo o mesmo significado que a liberdade individual, mas há uma diferença.


Definimos Liberdade Individual como a capacidade de escolher uma ação onde o único beneficiário é a pessoa que escolhe sem interferir em ninguém ou nada (ex. quero comer uma pizza hoje).


Já a Liberdade Coletiva vem de escolher e fazer as ações certas, aquelas que são justas diante de Deus e que nos move a um senso comum (ex. posso escutar música no volume mais alto porém dentro de um determinado horário e local e que não cause interferência em outros).

É realmente impossível separar a Liberdade Coletiva da Obediência às Leis de Deus.


Voltando a 2 Néfi, capítulo 2, versículo 25, lemos que “os homens existem para que tenham alegria”. É escolhendo a Liberdade que experimentaremos a alegria, ou a felicidade.

Escolher a Liberdade é escolher defender a Verdade e a Retidão, para ser encontrado ao lado do Senhor. Escolher a liberdade coletiva resulta em experimentar o nível máximo de liberdade individual.


Isso dá um novo significado às palavras “ Vida, Liberdade e Felicidade ”. Esta Vida é um tempo para sermos “provados, testados e escolhidos. Nossas decisões determinam nosso destino... Aqueles que escolherem o caminho do Senhor” (escolher a Liberdade) e “que se mostrarem fiéis herdarão o reino de Deus, (…) e sua alegria (Felicidade) será plena para sempre”. (Russell M. Nelson, Agora é a Hora de se Preparar , A Liahona, maio de 2005).

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)



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