Desenvolva sua Inteligência Emocional com exercícios regulares, e mude sua vida.



Em nossas vidas só conseguimos desenvolver uma habilidade, mesmo que tendo facilidade para determinadas coisas, depois de muito treinamento, pratica mesmo. Vamos dar um exemplo, vamos dizer que você tem uma grande habilidade no futebol, você consegue dominar bem a bola, chutar de forma eficaz e realiza grandes dribles com enorme facilidade, mais para você se tornar um verdadeiro craque você precisa desenvolver essa habilidade.


Treinos, dedicação, empenho e muito esforço fará com que você consiga se destacar dos demais, o mesmo cabe ao artista, músico, médico, engenheiro ou qualquer outro profissional consegue uma melhor performance depois de muita dedicação, empenho e é claro treinamento.


Na área da inteligência emocional não é diferente, para dominar as emoções ou ter melhor controle sobre elas, precisamos desenvolver essas competências constantemente. É claro que ao iniciar esse processo o mais cedo possível melhores serão os resultados, mais nada impede de iniciar agora, já na fase adolescente, adulta ou mesmo na velhice.


Ao investir na habilidade comportamental os resultados não só servirão para obter melhores resultados em uma profissão ou carreira, mais principalmente em uma melhor qualidade de vida. Pode parecer estranho mais incorporar certos hábitos à sua rotina pode ajudar no desenvolvimento e aprendizado de diversas competências.


Como para desenvolver os músculos precisamos realizar exercícios diários, para desenvolver a inteligência emocional precisamos também realizar exercícios como empatia, resiliência, tolerância, observação e autocontrole. Essas habilidades desenvolvidas os maiores benefícios serão observados em você não de uma forma simples e direta, pois vai haver muita briga de você com você mesmo, pois toda mudança causa desconforto.


Vamos ver abaixo algumas atitudes que você pode adotar em sua rotina e que podem começar te ajudar nesse processo de desenvolvimento e melhora de sua inteligência emocional.


- Ao enfrentar uma contrariedade a primeira reação humana é reclamar. Ao fazer isso você estará aliviando sua irritação, mas de forma pouco produtiva, isso porque há grandes chances de o problema continuar presente. Nesse caso substitua a queixa pela ação.

A cada vez que você sentir raiva ou frustração no cotidiano, interrompa rapidamente o ímpeto de reclamar e tente imaginar uma saída prática para melhorar a situação. Isso não quer dizer que você deva “desligar” as suas emoções, mas sim empregá-las de forma estratégica.

- Um exercício simples para conhecer melhor as suas emoções é tentar capturá-las pela linguagem. Pergunte-se a cada vez que estiver diante de um sentimento desconhecido: isto é ansiedade, remorso, medo, euforia, raiva, inveja, alívio, decepção, arrependimento? Quanto mais precisa for a palavra, melhor.


Identificada a emoção, o próximo passo é observar qual atitude ela costuma desencadear em você. Quando você conseguir descobrir os seus padrões de comportamento mais você conseguirá adequá-los a cada momento da vida, em vez de se tornar escravo deles.


- O desenvolvimento da inteligência emocional não diz respeito apenas ao seu mundo interior, ele também depende da sua conexão com as outras pessoas. É como um quebra-cabeças: quanto mais você observa a pessoa, mais peças aparecem e mais elas se encaixam. É muito útil para percebermos que agiríamos da mesma forma se estivéssemos no lugar do outro.

Estar sempre disposto a apoiar as outras pessoas é uma forma de fortalecer um dos pilares da inteligência emocional a famosa empatia.


Se colocar no lugar do outro para saber se ele precisa de ajuda. Precisamos sentir como ele o outro se sente. Além disso, a disponibilidade e a cooperação criam um importante vínculo emocional entre você e a outra pessoa.


Um dos grandes mitos em torno da inteligência emocional é a ideia de que ela corresponde à serenidade absoluta. Pelo contrário: a competência tem a ver com o bom uso de emoções boas e ruins, fortes ou fracas, de forma que o indivíduo não fique refém delas.

Assim, é importante exercitar a sua autenticidade no cotidiano e não tentar agradar sempre. Se você evita conflitos o tempo todo, nunca vai desenvolver musculatura para superar os problemas.



- Quando alguém faz algo que você achou estranho ou ridículo antes de julgar essa pessoa, procure entender suas motivações e reconhecer que nem todo mundo pensa como você. A pessoa com inteligência emocional sabe apreciar as diferenças entre as pessoas.

Isso também significa cortar radicalmente o hábito da fofoca e da maledicência, que vão na contramão da empatia. No lugar dessas práticas, é mais produtivo observar o outro de forma paciente e buscar aprender algo com ele.


- Antes de falar com uma pessoa acostume-se a fazer uma série de perguntas prévias. Este é o melhor momento para abordá-la?

Como ela está se sentindo hoje?

O assunto pede delicadeza ou firmeza, gravidade ou leveza?

O local é adequado para a conversa?


Feito isso a partir da observação das emoções alheias e do aprendizado sobre os seus próprios padrões de comportamento. A hora e o lugar são corretos, você calibrou seu discurso, mas a pessoa acabou se irritando e gritou com você, o que fazer?! A dica é respirar fundo, não revidar e pedir gentilmente que a conversa continue mais tarde.



Pessoas com baixa inteligência emocional cedem facilmente aos seus próprios impulsos. Ocorre que pequenos prazeres não trazem felicidade.

Um estudo realizado mostra que crianças que conseguem sacrificar um doce agora para comer aquele e outro doce daqui a uma hora se tornam adultos mais bem-sucedidos, daí a importância de não sucumbir a sentimentos momentâneos e sempre pensar nos efeitos de cada ação a longo prazo.


Enfim para uma maior felicidade, controlar os seus próprios impulsos também ajudará o indivíduo a ser mais altruísta. Ao pensar nos outros, você é obrigado a regular as suas próprias emoções e a sacrificar o próprio conforto de vez em quando. Não existe hábito mais propício para desenvolver sua inteligência emocional e construir uma vida social, física e espiritual mais harmônica.

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